O mito do coito interrompido e gravidez

 

O mito do coito interrompido e gravidez

Recentemente me perguntaram se só o esperma engravida, ou aquele líquido típico que o pênis naturalmente produz, como uma lubrificação, também é risco?

 

Obviamente respondi que ambos. Aquela babinha que ajuda a lubrificar o pênis, pode engravidar sim. E exatamente por isso o coito interrompido (o popular “gozar fora”) é tão contraindicado, pois se a mulher estiver em período fértil… Foi! Aliás, por isso e pelas DSTs (doenças sexualmente transmissíveis), não é à toa que o uso da camisinha é tão importante.

 

Em um primeiro momento, pensei comigo: “Ah, a adolescência…”, mas um instante depois lembrei de N casos de homens e mulheres que no auge do tesão esqueceram do preservativo e tiveram a “surpresa” de uma gravidez indesejada e tudo porque na hora H confiaram no “quando for gozar eu tiro”.

 

E podem até ter tirado, mas é bom não esquecer que a espécie humana tem suas manhas e gatilhos pra não entrar em extinção. No fim das contas, não deixamos de ser animais e a preservação da espécie é algo inato. Das desculpas do tipo “não liga, eu estou tomando pílula“, à frase célebre “deixa amor, eu tiro na hora de gozar“. Seria um ato falho do nosso “eu primitivo”?

 

A questão é que nessa brincadeira, tanto podem acontecer filhos não planejados, quanto DSTs, né?! Afinal, para alguns, saber que hoje é possível viver com AIDS (santos antirretrovirais) instiga a uma vida sexual meio kamikase. Outros, mesmo sem promiscuidade ainda se deixam levar pela paixão e tesão do momento…

 

Quer correr o risco? Corra… Só não venha dizer: “Isso não podia ter acontecido comigo“.

 

   
 

 

   
   
Ler 1113 vezes